quarta-feira, outubro 04, 2006

Myósotis


A Maçonaria na Alemanha Nazista

Os arquivos preservados do Reichssicherheitshauptamt(Principal escritório de Segurança do Reich) revelam a perseguição aos maçons. Enquanto o número não é exatamente conhecido, estima-se que entre 80.000 e 200.000 maçons foram exterminados sob o regime nazista.

Em 1926, a pequena flor azul, conhecida em vários idiomas como Não-Te-Esqueças-De-Mim(conhecida com o nome científico de Myosótis) foi inicialmente usada pela Grande Loja Zur Sonne como um emblema maçônico na convenção anual em Bremen, Alemanha. Então em 1934, os nazistas apresentaram o Winterhilfswerk, um a suposta organização beneficente, que na verdade coletava dinheiro para rearmamento. Os contribuintes recebiam uma insígnia que mudava toda primavera. Em março de 1938 a Não-Te-Esqueças-De-Mim---Feita pela mesma fábrica como insígnia maçônica---foi escolhida, possibilitando os maçons a usá-la como um símbolo secreto da irmandade.

Depois da segunda guerra mundial, a flor Não-Te-Esqueças-De-Mim foi usada como um emblema maçônico na primeira Convenção Anual em 1948 das Grandes Lojas Maçônicas Antigas e Aceitas da Alemanha. A insígnia é agora usada na lapela do paletó pelos maçons ao redor do mundo para lembrar todos aqueles que tem sofrido em nome da maçonaria, e específicamente, aqueles durante a era nazista.

terça-feira, agosto 29, 2006

ACÁCIA AMARELA




A Acácia é uma planta abundante em Jerusalém e, por crescer em qualquer parte do mundo, as suas características diferem de região para região. A Acácia é símbolo característico do 3º Grau do Rito Escocês Antigo e Aceito. Há cerca de trezentas variedades de Acácia, tornando-se assim difícil definir qual precisamente constitui a planta maçônica. Nas cerimônias de adoção de Lowtons, que são celebradas no dia 24 de junho, a flor de Acácia é empregada para a ornamentação do Templo. O Tabernáculo, a Arca da Aliança, a Mesa dos Pães da Propiciação e os demais Adornos Sagrados, por recomendação de Moisés foram construídos com a madeira da Acácia e, posteriormente, recobertos com lâminas de ouro. Os Templários ao recolher as cinzas de Jacques de Molay, as cobriram com ramos da Acácia, evidentemente, eles estavam cônscios da existência do paralelismo com Hiram Abif. A adoção da Acácia no sentido místico e simbólico tem o significado do “indestrutível” do “imperecível”, porque se trata de uma madeira imputrescível devido a sua composição resinosa.

Os primeiros Maçons organizados retiraram da história de Israel os principais conceitos e, assim, a Acácia, por simbolizar a “Imortalidade da Alma”, foi aceita como símbolo sagrado. O significado místico da “Imortalidade”, que equivale a “Indestrutibilidade” e que o Ser é “Imperecível”, é o ponto culminante da filosofia maçônica. O mestre saiu do Túmulo, do círculo, como iniciado final que permaneceu soterrado no silêncio e na escuridão, qual crisálida, que surge como inseto alado, lançando-se ao espaço em direção ao Sol e a Luz. O Sol, este luminar misterioso, é anunciado pela “Mimosa”, flor amarela de ouro, símbolo da magnitude e do poder. Alerta o homem que, posto revestido de elementos materiais, logo perecíveis, possui um Elemento, mais valioso, permanente e eterno, que jamais pode perecer. É a lição mestra da Maçonaria: “A vida ergue-se do túmulo para jamais tornar a morrer”. Para o Maçom, a Acácia, além de tudo, constitui-se em um chamamento nostálgico, pois de imediato traz a lembrança o sacrifício de Hiram Abif.

Nas cerimônias de Pompa Fúnebre, o fato de todos depositarem um ramo de Acácia de pequenas dimensões sobre o esquife simboliza a crença de que a morte é provisória. Hiram Abif foi sepultado por três vezes, a primeira, sob os escombros de materiais de construção, a segunda vez, na “cova” aberta na terra, a terceira vez com honrarias dentro do Templo. Porém, o sepultamento foi simplesmente o do corpo; pela primeira e segunda vez o corpo foi removido, na última, permaneceu definitivamente, eis que a crença de Salomão era de que o Templo jamais seria destruído. Assim, ao se depositarem ramos de Acácia sobre o esquife, há a manifestação da crença de que alguma coisa é imperecível no homem, como o é, simbolicamente, a Acácia.
Retirado de http://pt.wikipedia.org/wiki/Simbologia

segunda-feira, agosto 21, 2006